Continuando a série de entrevistas promovendo sua nova música, “Proud”, Rita Ora foi entrevistada pela OUT Magazine aonde falou como sobre a comunidade LGBTQ inspirou a nova faixa. Confira a tradução abaixo com exclusividade do Rita Ora Brasil.


OUT: Como você se envolveu com o The Open Mic Project?

Rita Ora: Foi algo lindo porque é sobre usar a música para encorajar maior aceitação no mundo de hoje, independentemente de suas crenças ou fronteiras. Foi algo muito legal para me conectar com meus fãs e até mesmo fazer novos e coletar centenas de histórias reais de aceitação. Foi inspirador de ler. Li o máximo possível e realmente me ajudou a escrever “Proud” de uma maneira com maior significado.

O processo desse projeto como um todo foi realmente autêntico e quando a Absolut veio com a ideia para mim, me senti próxima e pessoal, e eu amo fazer projetos como esse. Tenho me envolvido com caridade e levantar dinheiros para as causas nas quais eu acredito, ser capaz de me envolver com algo na mesma veia, e que envolva música, me deixou animada em fazer parte.

“Proud” é um hino LGBTQ. Quais tem sido suas experiências mais memoráveis com a comunidade LGBTQ em sua carreira?

Tem sido um relacionamento próximo. Minha vida toda tem sido muito estranha em muitos lugares e as pessoas achavam que eu era meio louca, e olhavam da maneira com que eu me vestia e achavam que eu era definitivamente doida. As únicas pessoas que não pensavam isso de mim eram da comunidade LGBTQ. Sinto que devo muito à comunidade desde antes mesmo de ter me tornado uma figura pública, porque eu tive uma família com eles. Me ajudaram a me tornar quem eu sou hoje.

O que você quer que as pessoas tirem dessa música? Qual a mensagem que você quer carregar?

Quero encorajar mais aceitação no mundo de hoje. Tem sido uma coisa positiva de se fazer, agora mais do que nunca nós precisamos disso. Dois ou três anos atrás eu não teria certeza se eu algum dia iria poder lançar as músicas que eu quero, ser eu mesma e ser livre. Agora, em 2018, eu sinto isso. Em 2016 eu pensaria que não de jeito nenhum eu poderia ser capaz de fazer o que eu quero. Como os tempos mudaram, né?

Isso significa que em 2018 será o ano que finalmente iremos ter seu álbum?

Sim, definitivamente. Eu sei. É incrível poder dizer isso.

Além do álbum, o que Rita Ora irá fazer esse ano?

Começo minha turnê europeia em Maio e depois eu vou pra América para alguns shows isolados. Temos “For You”, o single que eu lancei com Liam Payne para Cinquenta Tons de Liberdade. Quer lançar o máximo de conteúdo possível, performar e realmente apenas compartilhar minha vida com o mundo.

Você está tão ocupada o tempo todo. O que você faz quando não está trabalhando?

Não sei porque eu nunca não estou trabalhando. Quando tenho um minuto pra mim mesma, procuro outra coisa pra fazer. Tento ser visionária e faço coisas que não mostram resultados imeditados. Hoje eu tive uma reunião incrível e eu não terei nenhum resultado dela até o final do ano, mas está tudo bem. Coisas assim. Gosto de me preparar para o futuro e amo trabalhar.

Você definitivamente tem uma visão de longo alcance, coisa que muita gente não tem.

(Risos) Eu tento, com certeza.

Publicado em 19 de Janeiro de 2018 às 16:54
Categorizado em: Entrevista

“Se você ainda não está na modinha da Rita Ora, o que está esperando?”, indagou a InStyle Magazine hoje ao divulgar uma entrevista inédita com Rita Ora, aonde ela fala sobre sua nova faixa, “Proud”, o novo álbum e muito mais. A tradução você confere abaixo, com exclusividade do Rita Ora Brasil.


A cantora de 27 anos está dominando os charts, e não se esqueçam que ela entende um pouquinho de moda também. Em Outubro ela lançou uma música que eu ainda não parei de ouvir, “Anywhere”, e em seguida lançou um dueto para a trilha sonora de Cinquenta Tons de Liberdade com o ex-One Direction, Liam Payne, intitulado “For You”.

Agora, Rita usa sua plataforma novamente para não apenas mais uma vez lançar uma música que irá entrar em suas playlists, mas também encorajar seus fãs com uma mensagem de positividade. “Proud”, lançada nesta sexta, é o resultado de uma colaboração com a Absolut através do The Open Mic Project, que encorajou fãs a compartilharem histórias de aceitação. Ouça a música abaixo:

Ora diz que ela gostaria de “dar a todos uma voz e usar a música para encorajar maior aceitação no mundo, independentemente de história, crença ou fronteiras”. Após ler centenas de histórias e se identificar com muitas (ela e sua família foram refugiados do Ukosovo no Reino Unido quando ela tinha apenas um ano de idade), ela concordou que a ideia de encontrar sua própria tribo é sobre o que é essa nova música se trata.

“Houve um tipo incrível de similaridade entre todas elas, que foi a necessidade de se libertar de seu habitat ou aonde eles cresceram. Tem muito a ver com o ambiente no qual eles se influenciaram”, ela disse. “A comunidade LGBTQ foi muito apoiadora com esse projeto, e eles definitivamente abriram seus corações e contaram suas histórias, o que me deixa muito grata”.

Para a estrela, tentar se sentir confortável quando ela está viajando é o que inspirou a vibe da música. “A parte mais difícil é que você nunca está em um lugar só. Isso é um saco em algumas partes e você fica com saudades de casa”, ela diz, explicando que qualquer um pode se identificar com o sentimento de se sentir vazio. “Foi muito encorajador ter um projeto para trabalhar que me fizesse sentir que não estou sozinha”.

Ora, que irá lançar um álbum mundialmente este ano e estará em turnê na Europa em Maio, também deu uma dica do que esperar musicalmente dela. “Esse é definitivamente o tipo mais emocional e pessoal jeito de ficar por dentro da Rita Ora como pessoa de tudo o que eu já fiz. Tive que lutar muito para chegar nesta posição que estou hoje e eu acho que este álbum realmente irá explicar os problemas meus quando estive crescendo e ter apenas a música como uma máquina de apoio”, ela diz. “Definitivamente abracei o fato de que fui libertada e posso lançar a música que eu quero lançar”.

Ela adiciona que se considera primeiramente e principalmente uma entertainer, e quer que seus fãs saibam o quão dedicada ela é com seu trabalho. “Eu trabalho pra c*ralho todos os dias e definitivamente amo meu trabalho. Amo entreter as pessoas e eu me vejo como uma entertainer”, ela diz. “Isso é tudo o que eu quero fazer, aproveitar o tempo e atenção das pessoas e fazê-las felizes”.

Música de lado, Ora também falou sobre as estrelas de Hollywood que se uniram para fazer o protesto Time’s Up sobre assédio sexual e o quão ela apoia a iniciativa. Após o discurso de Oprah no Globo de Ouro deste ano, ela compartilhou em seu instagram uma foto aonde elogia a poderosa apresentadora.

“Foi algo muito poderoso. Acho que essa união é as vezes subestimada, mas quando você tem um número incontestável de pessoas fazendo a mesma coisa, você não pode negar o óbvio, que é a união”, ela diz. “É tão inspirador e incrível ver todos deixando tudo de lado e fazer isso ser apenas sobre o que realmente se trata, que é a vida real, os sentimentos reais das pessoas e o que as pessoas reais tem passado”.

Ela diz que o movimento não é exclusivo para Hollywood. “Acho que quanto mais, melhor… Isso acontece em todos os aspectos de trabalho, não apenas atrizes. Acontecem em escritórios e casas. Devemos trazer consciência”.

Publicado em 19 de Janeiro de 2018 às 16:34
Categorizado em: Entrevista

Rita Ora não para!

A popstar britânica lançou outra música nesta sexta-feira chamada “Proud”, sendo seu terceiro lançamento desde Outubro, quando ela lançou o segundo single de seu álbum, “Anywhere”. Duas semanas atrás ela lançou seu dueto com o ex-membro do One Direction, Liam Payne, “For You” para a trilha de “Cinquenta Tons de Liberdade”.

“Amo o fato de que os fãs dele tem nos apoiado!”, ela diz sobre a reação ao dueto. “Esses fãs do One Direction são incríveis. É amável ter esse apoio”.

E sentir esse apoio só tem confirmado que o que ela tem feito no momento, tem funcionado. O trio de “Anywhere”, “For You” e “Proud” vem logo depois do altamente bem sucedido lançamento da dupla “Your Songe “Lonely Together”, que ela lançou com Avicii.

“Disse para mim mesma quando comecei a trabalhar neste álbum que eu iria lançar o máximo de músicas que eu puder. Não irei dizer ‘não” para nenhuma oportunidade de parceria, porque eu queria me sentir como uma rapper por um momento [risos]. Queria colocar o máximo possível de conteúdo, simples assim, e estou feliz com as reações! Esse momento é meu”.

Para “Proud”, Ora fez uma parceria com o Open Mic Project da Absolut e criou a música a partir de histórias pessoais enviadas por fãs. A colaboração resultou num hino exuberante que encoraja a aceitação, amor e liberdade.

“Você faz eu me sentir orgulhosa, eu quero dizer para o mundo todo sobre você, sabe?”, ela canta no refrão da música. “Você sabe que é você quem eu amo, é você quem eu amo”.

Ora disse ao AOL Entertainment que ela está realmente orgulhosa da música. “É mais sobre criar empatia e aceitação do que vender músicas”, ela explicou. “Então é um jeito legal de alcançar mais pessoas sem ter essa pressão”.

“Lembro de me sentir tão feliz de estar sendo parte de algo tão positivo”, ela disse do momento de criação da música. “Era o suficiente para mim apenas saber que eu tinha o apoio do público, e foi outra forma para mim de me conectar com meus fãs e fazer ainda mais músicas. Eu já estava trabalhando no álbum e fazendo muitas outras músicas (com outros artistas), então agora eu só quero viver minha vida e cantar minhas músicas novas”.

Publicado em 19 de Janeiro de 2018 às 12:53
Categorizado em: Entrevista

Rita Ora concedeu uma entrevista bastante reveladora para o site Fuse! Ela revelou que “Anywhere” será enviada para as rádios americanas em Janeiro, que lançará duas músicas novas em Janeiro também, os planos e sonoridade de seu novo álbum e muito mais. Confira a tradução exclusiva do Rita Ora Brasil.


FUSE: Eu não tinha ideia de quão bom seria seu próximo single até que você lançou “Anywhere”.
Rita Ora: Obrigada! Isso significa tanto para mim, você não faz ideia. Eu amo “Anywhere”. Estou muito feliz que você disse isso. Irá entrar nas rádios americanas no meio de Janeiro, por favor me ajude a espalhar essa notícia para todos.

Como você a escolheu? Você deve ter um número de músicas para escolher para o álbum e então tem mais um número para escolher o single.
Sim, foi assim mesmo. Agora eu posso ser honesta com você em entrevistas. Quando eu gravei pela primeira vez eu fiquei “ah tá, essa é legal”, e ficou nisso. Então eu comecei a ouvir mais vezes e falei “caramba, essa é muito boa”. No começo ainda não tinha aquele drop aonde eu não estou realmente cantando nada. Aquilo não existia, então o Alesso começou a brincar com a música e teve a ideia do drop. Isso levou a música para um patamar mais alto.

Você agora está em dois singles no que eu acho que deve será ser seu próximo álbum. Você sabe quando iremos recebê-lo?
O plano é Março, então saímos em turnê em Maio, depois eu venho para os Estados Unidos depois da minha turnê européia.

Entre agora e Março, você planeja lançar outro single?
Sim. Na realidade eu irei! Tenho uma música que não está no meu álbum mas que será lançada em Janeiro, então eu tenho outra música que está no meu álbum e que será lançada no mesmo tempo. Será uma overdose de Ora.

Ficamos felizes com uma overdose de Ora. Essa que não está no álbum é uma colaboração com alguém ou um presente para seus fãs?
Não posso dizer nada além disso, mas vocês irão descobrir muito, muito, muito, muito, muito, muito, muuuuuuuuuito em breve.

Bem em tempo para o álbum. Aliás, ele já tem um nome?
Sim, mas isso não é… Ele será anunciado no começo do ano.

Quando o recebermos, irá fazer seis anos desde sua estreia. O que mudou para você como artista nesse meio tempo?
Muito. Mudei como humana, pra ser honesta com você. Agora tenho 27 anos, então cresci muito como artista, cantora, musicista, compositora e entertainer. Estou mais confiante depois do que passei, de vir do outro lado do mundo e ser capaz de fazer a música que eu tenho vontade de fazer. A luta que passei para poder fazer essas músicas foi intensa. Sou muito abençoada de fazer a música que eu amo.

Ambas “Anywhere” e “Your Song” são muito mais eletrônicas do que seu material mais antigo. Você tem ouvid mais EDM?
Sim, eu tenho. Comecei a me inspirar pelo contraste de luz e melodia em cima de uma batida EDM. Comecei a achar isso muito motivante e “Lonely Together”, a música que fiz com Avicii, foi escrita no violão e então começamos a desenhar a batida. “Anywhere” foi escrita no violão e então a batida veio em seguida. Sinto que esse formato funciona para mim e eu estou muito feliz de seguir esse som.

Essas músicas dão ideia de como é a sonoridade do álbum?
Com certeza. Mas esse álbum é… Para mim, ele não é só um álbum, ele é sobre começar do zero, começar de uma maneira nova e seguir em frente. Tem muitos drops e produções intensas com certeza, mas também houve um grande esforço nas composições, o que eu espero que as pessoas amem quando elas o ouvirem.



Como você irá trazer essas músicas, que já são grandes hits europeus, para os Estados Unidos, aonde as pessoas irão ouvi-las pela primeira vez?

Com a minha banda, fazendo uma turnê e me divertindo com elas. Cantando para vocês!

Algo mais sendo lançado em breve?
Muito animada com esse álbum, mas também tem o The Open Mic Project, que será lançado na semana do Grammy. A música é inspirada pelas histórias de aceitação que foram enviadas e compartilhadas. A música sai na semana do Grammy. Se chama “Proud” e é incrível.

Ela já tem um nome e ainda não foi escrita?
Não é que não foi escrita. Eu tenho lido as histórias por alguns meses e comecei a desenvolver conceitos, então comecei a escrever a música. Existe uma estrutura pronta da música. Agora eu só preciso gravá-la.

Então, “Anywhere” é uma das minhas músicas favoritas esse ano. Posso te perguntar quais foram suas músicas favoritas esse ano?
Claro! Sam Smith, “Too Good at Goodbyes”. Post Malone, “Rockstar”. Miley Cyrus, “Malibu”. Cardi B, “Bodak Yellow”. E “Anywhere”, Rita Ora.

Essa é muito boa! E sobre álbuns? O que você ouviu esse ano?
Tiveram uns álbuns muito bons. DAMN. do Kendrick Lamar é um dos melhores do ano. Estou apaixonada por sua música. O do Sam Smith, novamente, para mim é um álbum muito bom.

Publicado em 18 de dezembro de 2017 às 20:08
Categorizado em: Entrevista

Já se passaram cinco anos desde o álbum de estreia de Rita Ora, “ORA”, e os fãs estão ansiosos para ouvir as novas músicas da cantora. Apesar de não sabermos o nome do novo álbum de Rita Ora, ela revelou detalhes da jornada emocional do novo álbum e como esse novo projeto será seu mais pessoal e poderoso até o momento. Confira a tradução da entrevista da cantora para o Elite Daily feita com exclusividade pelo Rita Ora Brasil.


[…] Quando perguntada sobre seu retorno e como é ter fãs que a apoiaram por todos esses anos, Ora disse: “Foi tão tranquilizador porque é tipo, uma situação que você não sabe o que esperar porque não pode controlá-la. Você não sabe qual a energia do povo ou sua opinião é, você só tem que fazer o que será certo para você”.

O segundo álbum de Rita será seu primeiro lançamento a nível global, o que soa estranho para a cantora porque será seu primeiro álbum na América. No entanto, com o apoio de seus fãs e de outros artistas, ela tem se sentido mais confiante sobre o lançamento: “Eu irei fazer música real, autêntica, e eu irei cantar pra caramba porque eu amo cantar. Eu estive falando com Sam Smith outro dia desses e ele me disse: ‘Você tem uma das melhores vozes e eu estou tão feliz por você’, e foi tão bom receber esse apoio de outros artistas, sabe, deles falando que você está fazendo boa e confiante música ressoar”.

De acordo com a estrela, seu novo álbum será cheio de “risadas e honestidade”, o que soa perfeito, pra ser honesto. Ora pôde colaborar com outros artistas, incluindo Julia Michaels e Chris Martin. Ela explica que o processo foi legal porque foi uma “porta giratória de talentos”.

Especificamente os fãs devem ficar animados para uma faixa em particular, “Soul Survivor”, a faixa que irá abrir o álbum. Enquanto discutia o significado por trás da música, Ora disse: “É baseada no que as pessoas me impediram de fazer há alguns anos até o momento em que estou agora. É quase como um renascimento da nova Rita. É um adeus para tudo e todos que não acreditaram em mim desde o começo”.

O que é interessante sobre esse álbum é que todas as músicas estão conectadas e contam uma “história consistente”, de acordo com Rita. “Eu pensei muito e queria que as pessoas sentissem que estão em uma jornada comigo, estou muito orgulhosa de tudo”.

De acordo com Ora, as músicas irão focar em sua vida pessoal e relacionamentos passados. No entanto, ela esclarece: “Não é sobre ninguém em particular”, e o álbum é mais sobre sua jornada “superando obstáculos e seguindo em frente”.

Em novembro de 2017, Ora disse ao The Sun que o “coração do [seu] álbum” core of [her] record” é “pura frustração e paixão”. Quando pedimos para explicar isso melhor como é ter essas duas emoções ao mesmo tempo, ela diz: “Sinto que elas são meio que similares, frustração e paixão, porque você precisa ser passional sobre algo que você ama, o que te deixa frustrada as vezes. Sou meio perfeccionista e trabalho muito, e temos que alcançar o melhor e fazer o melhor trabalho. Eu apenas peguei esse lado da minha personalidade… peguei essa frustração e raiva e criei algo legal disso”.

Apesar de seu novo álbum mexer com essas emoções profundas e cruas, a mensagem será bem direta. “O álbum é bem calmo e tem pontos bem claros. Não existe duplo sentido, ele é o que é”.

Outra música que irá chamar a atenção dos fãs é “Proud”. A nova música de Ora é inspirada pelas histórias de aceitação de fãs que fizeram parte do The Open Mic Project. Como parte da campanha, Ora fez uma parceria com a Absolut para criar uma “plataforma que amplia e unifica as vozes de pessoas pelo país para incentivar uma mudança necessária nos diálogos de nossas conversas”.

Ora compartilha: “Histórias de aceitação de outras pessoas são o foco da música. É uma mensagem muito poderosa, com certeza”. Ora é uma refugiada do Kosovo e sua família foi forçada a deixar o país quando ela era apenas uma garotinha. Ela diz que se identifica com a mensagem de aceitação da música e ter “ter o escrutínio de ser mal interpretada”. Ela explica: “Realmente te acerta de jeito porque você é uma pessoa contra tantas, você tem que dar um passo a frente, fazer suas orações e fazer o que ama”. O objetivo é que o projeto dê um holofote para pessoas que não tem uma voz ou tiveram problemas em conseguir aceitação de amigos, família e o mundo ao redor.

“Proud” será lançada durante o 60º Grammy Awards, e o segundo álbum de Ora estará nas lojas em Março de 2018. No meio tempo Ora está focada em relaxar durante o freiado e “apreciar os momentos de silêncio” no meio de sua agenda turbulenta. De fato ela criou um coquetel chamado “Spa Day” para ajudar. “Eu amo um spa e sinto que todo mundo merece uma pequena bebericada quando estão tendo uma massagem”, ela ri. “E a vodka sempre foi algo que tem sido minha escolha o ano todo”.

Aqui está a receita de Rita:

Ingredientes:

Uma dose de Absolut
Uma dose de Lillet Rose
Meia dose de suco de limão fresco
Um morango, cortado em fatias
Soda
Folhas de menta
Fatia de limão

Preparo:

Coloque as fatias de limão no fundo do copo, coloque o limão
Coloque os demais ingredientes em cima
Use o limão e a menta para decorar

Publicado em 16 de dezembro de 2017 às 14:48
Categorizado em: Entrevista