Rita Ora é sinônimo de ousadia e na manhã de hoje ela foi confirmada como uma das quatro capas da edição de Outubro da revista britânica CLASH, e vestindo apenas luvas de látex. Confira a foto abaixo:

Rita Ora nua na capa da Clash Magazine

Para a publicação, Rita Ora falou um pouco sobre os passos corajosos que tomou nos últimos anos que culminarão no lançamento de ‘Phoenix’ em 23 de Novembro.

Sinto que acabei de começar minha carreira, do jeito mais estranho possível. Conheço pessoas na indústria que eu não irei nomear mas me mandaram mensagens dizendo ‘Você é uma durona por fazer o que você fez’. Ganhei um novo respeito. Agora é hora de botar esse material pra fora e continuar esse capítulo.

A entrevista completa ainda não foi divulgada, mas ela fala sobre a jornada criativa do álbum ‘Phoenix’ e também sobre a controvérsia ao redor de “Girls”.

Publicado em 4 de outubro de 2018 às 22:10
Categorizado em: Entrevista

Rita Ora é capa e recheio da L’Officiel Espanha e na entrevista ela falou sobre sua história de vida, planos para o futuro e também sobre sua vontade de fazer música reggaeton e de colaborar com artistas latinas como Anitta e Jennifer Lopez. Confira a tradução exclusiva do Rita Ora Brasil.


Dispensa apresentações. Seu registro civil a reconhece como Rita Sahatçiu Ora, mas o mundo inteiro escolhe seu primeiro e último nome, Rita Ora, em cada show que se deseja assistir. De origem kosovar e crescida na Inglaterra, essa furacão tem suas ideias bem definidas, e uma delas é a de se tornar mais similar à mulher que lhe deu à vida. Nada é possível sem o apoio eterno de uma mãe, fonte de inspiraçao e bastão de apoio. Familiar e independente, atrevida e calma, guerreira e prudente. Adjetivos atropelados para uma personalidade acolhedora como seu trabalho.

Passo a passo e objetivo cumprido após objetivo cumprido, a atriz tem forjado sua carreira. Um caminho de êxitos que começa a extrapolar o cinema, parcela artística na qual ela tem dado suas primeiras aparições e de que continuará sem perder de foco sua principal vocação: que ela cante e você escute.

Desfruta de fama, ainda que talvez, seu deleite não tenha tanto a ver com ser reconhecida pelas ruas de Londres e sim em ser uma referência para todas aquelas pessoas que estão na busca constante de um sonho. Cantora, atriz, designer e empresária. Sua aposta é tudo. Rita ou nada.


Clique aqui e confira o ensaio completo

Comecemos pelo começo. Você nasceu em Pristina (Kosovo) e se mudou para Londres com apenas seis anos de idade, que lembranças você tem de sua fase na Iugoslávia?

[Rita Ora corrige o entrevistador dizendo que se mudou com apenas um ano de idade] Fui de Pristina quando era muito pequena, então a maioria de minhas lembranças é de quando íamos visitar a família e minhas lembranças que fiz quando já me tornei adulta.

Essas origens são uma questão geográfica apenas ou você carrega seu DNA em suas veias?

Definitivamente, estão no meio DNA. Desde falar em albanês com minha família e amigos até ajudar minha mãe a preparar uma deliciosa tarta. Sempre afloram.

Pessoal e profissional. Ainda que seu começo na música se remonta à 1992 e depois ao Eurovision, apenas em 2009 e em uma viagem à Nova Iorque que você despontou como uma artista. O que significou para você essa viagem e esse seu trabalho com Jay-Z?

Uma nova vida. Ir pra Nova Iorque significou tudo. Foi um reconhecimento por algo que sempre acreditei e quis. Sem dúvidas uma oportunidade incrível para mim como artista.

Você já pensou alguma vez de mudar de estilo musical e tentar, por exemplo, reggaeton?

Amo todos os estilos musicais e sim, eu adentraria o Reggaeton.

Que artista latino você elegeria para isso?

É uma decisão difícil mas adoro a Jennifer Lopez e também a Anitta. Minha equipe já sabe disso e uma delas seria a eleita.

Você passa muito tempo viajando à trabalho, como é sua rotina diária quando está em turnê?

Durmo! Tenho que dormir muito para que esse cansaço não se reflita nos palcos, mas também tento estar hidratada todo o tempo, fazer exercícios e cuidar da minha pele.

Uma de suas paradas será em Madrid, no dia 6 de Outubro. Quais expectativas você tem dos espanhois em geral?

Ah sim, meus fãs estão muito felizes e devem esperar uma festa e uma experiência muito enérgica com novas músicas! Eu espero o mesmo deles, muita energia!

Conhece nossos artistas nacionais? Rosalía é uma cantora que tem revolucionado o conceito tradicional do flamenco.

Sim, tenho escutado suas músicas.

O que tem achado?

Sua imagem é incrível e sua música é tão única quanto criativa.

Não apenas você se dedica à música, em sua trajetória profissional também tenho que destacar seu vínculo com a moda e a atuação. Como você se vê como atriz?

Amo atuar e definitivamente é algo que quero continuar a fazer, mas agora meu objetivo atual é lançar meu álbum novo. Seguir cantando e quando puder, atuar.

Música, cinema e moda. Tem uma colaboração com a Tezenis lançando sua própria coleção para a grife italiana. Quais outros projetos estão vindo aí?

Algumas colaborações incríveis, fiquem de olho. A moda é uma saída para minha criatividade e uma outra forma que tenho para me expressar.

Prefere as colaborações que te permitem oferecer seu potencial em pequenas doses ou planeja no futuro ser uma marca própria, como Jennifer Lopez e Rihanna na cosmética?

Quero criar algo próprio mas agora prefiro as colaborações com pessoas e marcas. É uma questão de aprendizagem.

Relacionando a moda com a música, qual a importância que a estética tem?

A estética é muito importante, mas ao invés de seguir as tendências da moda, temos que nossas tendências e mostrar individualidade.

De espírito livre e estilo atrevido, como foi o momento de entrar num tapete vermelho com um roupão de Palomo Spain?

O roupão! Foi um momento tão divertido, um dos mais Fue un momento divertidísimo, uno de los más bizarros no que se refere à parar pra pensar e decidir “por quê não?”. Foi tão diferente…

Está claro que você é atrevida com tudo. Quem é sua fonte de inspiração para não decair nunca?

Principalmente minha mãe, ela e todas as mulheres incríveis da minha vida. Ícones femininos que admiro.

Uma mania que não conhecemos.

Estou obcecada com saúde. Comprei uma bicicleta nova e tenho a usado com frequência para levar um ritmo de vida saudável com exercícios.

Publicado em 4 de outubro de 2018 às 21:55
Categorizado em: Entrevista

Foi divulgada nessa manhã uma nova entrevista e ensaio fotográfico estrelando Rita Ora. Para o The Sunday Times Style, a cantora falou sobre algumas polêmicas do passado que rodeiam sua carreira até os dias de hoje. Confira as fotos em nossa galeria e logo abaixo, a tradução exclusiva feita pelo Rita Ora Brasil.



Clique nas miniaturas para conferir o ensaio completo

Pobre Rita. Ela não está se sentindo muito bem. “É por causa de todos esses voos, eu sei”, ela diz, coçando seu nariz. “Pelo menos estou doente depois de toda a loucura e antes de começar tudo de novo, né?”.

São quatro da tarde no dia mais quente do ano e Ora, 27 anos, me disse para encontrá-la na livraria-bar de Electric, seu lugar favorito em Portobello Road em West London. Em menos de uma semana ela foi de Londres para Nova Iorque, para Berlim, para Los Angeles para o Coachella, e de volta para Londres via o sul da França (um compromisso de 24 horas para sua equipe no Grand-Hôtel du Cap-Ferrat). Ela estava de pijamas no caminho de Los Angeles para o Coachella quando ela começou a sentir a enxaqueca rodeando sua cabeça. “Tive que fazer toda a maquiagem no avião porque eu subiria no palco no momento que aterrizássemos. Meus amigos estavam tão cheios de energia e eu do nada me senti ‘Meu Deus, eu estou exausta'”, ela diz, se apoiando num braço de uma cadeira. “De qualquer forma, eu tomei alguns drinques, o que não faz exatamente você se sentir melhor mas ao menos te distrai do quão doente você está se sentindo. Mas eu tento nunca reclamar sobre estar doente. Talvez é porque eu não venho de uma situação financeira muito rica, mas eu tenho a ética de trabalho mais doida. É doida, é assustadora”.

Bem-vindos à força da natureza que é Rita Ora, ou Rita Sahatciu como é seu nome de nascimento, a filha do meio de imigrantes Albaneses vindos do Kosovo para este país em 1991. Sam Taylor-Johnson, que a colocou no paple de Mia, irmã de Christian em Cinquenta Tons, descreve sua presença como “refrescante”, e é verdade — você pode sentir o frescor quando ela entra na sala vestindo um pequeno e preto vestido preto até os joelhos com tênis recém-saídos Prada da caixa. Ela é amigável e mais suave do que parece ao usar essas roupas extravagantes, mas tem uma couraça de ferro por baixo disso tudo. Como Liam Payne brincou uma vez quando eles apareceram no programa matinal de seu amigo Nick Grimshaw na BBC Radio 1: “Você não consegue ferrar com a Rita”. Você pode ver o que ele quis dizer com isso.

“Ele disse isso?”, ela perguntou, depois de tentar decidir se ela quer comer robalo ou mexilhões, e decidindo que vai comer os dois. “Bem, talvez não na esfera de trabalho; Minha marca é meu filho e você não vai conseguir ferrar com ela, eu vou ficar doida. É o jeito que eu sou. Na minha vida pessoal, haha, eu não me importo tanto”.

Com 13 milhões e trezentos mil seguidores no Instagram e um número recorde de hits top 10 por uma artista britânica (sua colaboração com Payne, For You, levou esse número para 12 em Fevereiro), Ora se qualifica como a sua quintessencial estela pop dos dias modernos. Aqui está sua carreira como uma atriz em Hollywood (Cinquenta Tons, Nocaute e o que ainda deve ser lançado, Wonderwell, estrelando a saudosa Carrie Fisher); uma jurada (The X Factor, America’s Next Top Model); uma técnica (The Voice) e colaboradora em tempo integral de marcas (suas associações com a Adidas, DKNY, M&S e Rimmel a levaram a região de 3 milhões de libras em 2016). Isso sem mencionar seu trabalho como embaixadora honorária do Kosovo, ou seu envolvimento em ajudar as vítimas da torre Grenfell, a poucos metros do lugar aonde ela cresceu. “A tia do meu melhor amigo e seus primos viviam lá, eles escaparam com seus filhos mas perderam tudo. Aterrizei de Nova Iorque no dia que aconteceu e fui lá com várias roupas. Espero ter feito o bastante aquele dia”.

Adicione isso à sua exaustante capacidade de festejar e sua movimentada vida pessoal e as pessoas não podem deixar de pensar que existam alguns segredos nisso tudo. Apesar de que seja possível que a fase de sair da Chiltern Firehouse ou Sexy Fish às 4 da manhã toda noite da semana com Cara Delevingne, Ellie Goulding agora seja apenas história. “Digo, eu amo ter um bom momento mas eu não passo dos meus limites nunca mais”, ela diz em seu sotaque meio urbano, meio escola teatral. “Enquanto eu não sair, porque isso é difícil né, dizer ‘OK galera é uma da manhã, eu tô saindo’. Não sou muito boa nisso”.

Estamos aqui para falar sobre sua turnê esgotada e seu novo single, Girls, um viral na vibe de Cyndi Lauper destinado a ser o hino desse verão. Foi extraído de seu mais novo álbum, que deve sair ainda este ano, o sucessor de seu álbum de estreia de 2012, Ora. Há muita espera por esse disco e isso só aconteceu depois de uma pesada batalha judicial contra a Roc Nation, a famosa gravadora de Jay-Z, que a contratou em 2008, quando ela tinha apenas 18 anos. No papel foi um sonho, um contrato de cinco discos, ela tinha acabado de sair da escola de teatro Sylvia Young e ainda fazia shows no pub de seu pai em Kensal Rise. Mas apesar do álbum ter tido um desempenho fenomenal quando foi lançado, ele nunca foi lançado na América e não havia orçamento para uma turnê lá (Ora diz que ela acabou pagando por uma turnê inteira nos Estados Unidos do próprio bolso). O caso acionado por sua equipe legal tentava quebrar o contrato, acusando a Roc Nation em negligenciarem ela a favor de outros artistas e negócios. Roc Nation então contra-processou, mas o caso teve uma solução em 2016.

Ora insiste que a separação foi amigável. “Estou tentando encontrar a palavra certa aqui e talvez isso seja a minha interpretação”, ela diz desse período agora, “mas eu sinto que fui discriminada porque sou uma mulher. Eu quase senti, e talvez seja só a minha interpretação, que eu poderia ter tido uma chance melhor se eu fosse homem”. Ela já se encontrou com Jay-Z e o presidente de sua gravadora, Jay Brown, depois de tudo e “eles disseram oi e foram muito cordiais”. Mas sua gestora completa é agora sua irmã mais velha, Elena. “Pra ser sincera, sempre quis ser um grande nome [não apenas uma cantora pop], esse era meu sonho”, ela diz. “Minha irmã e eu, nós brigamos como doidas o tempo todo, mas estamos muito orgulhosas do que fizemos até o momento”.

Focamos então em sua vida pessoal amigável aos tabloides. Tem uma série de ex-namorados de alto perfil (Rob Kardashian, o baterista do Blink-182 Travis Barker, Ricky Hilfiger, filho de Tommy, o designer da moda), incluindo um término muito público com Calvin Harris em 2014, resultando que o produtor impedisse que ela performasse em público a canção que ele escreveu e produziu para ela, I Will Never Let You Down. “Sim, eu era muito nova sabe”, ela diz com cuidado. “Foi meu topo de perceber pela primeira vez que eu estava arrasando, e eu não quero falar por ele porque estamos numa fase muito boa agora”.

E ela foi ou não a “Becky do cabelo bom” que Beyoncé se refere em Sorry, a música do álbum Lemonade, alegadamente sobre a infidelidade matrimonial de Jay-Z?

“Ei, tudo o que eu quero dizer sobre isso é que, cara, se eu fosse a tal Becky do cabelo bom, eu não deveria ter na verdade cabelo bom? Olha pra isso”, ela puxa um tufo de cabelo da sua testa pra mostrar aonde as extensões começam. “É tudo peruca e extensões. E tipo, Beyoncé? Meu Deus. Ela é a pessoa mais incrível e legal que eu já encontrei em toda essa indústria musical. Não estou dizendo isso a toa. Eu morreria por ela. Ninguém pode dizer nada de errado sobre essa mulher na minha frente. Eu fico emotiva só de falar sobre isso”.

Sobre todas as celebridades que ela é ligada como namorados (Lewis Hamilton, Chris Brown, Justin Bieber, Conor McGregor)? “Olha, eu não me importo de ser um alvo da mídia”, ela diz. “Mas eu acho que as pessoas ficam meio confusas comigo. Os tabloides não entendem que eu talvez possa ser apenas uma pessoa legal que é realmente interessada na vida dos amigos. Eles me veem falando com alguém e vem com histórias como ‘Oh, Rita tá totalmente saindo com esse cara’, o que não é justo e certo. É tão fodida essa perspectiva de que eu estou saindo com esse cara porque estamos nos dando bem. Ei, como seria se esse cara estivesse querendo sair comigo? E quanto a isso? Por que eu tenho que mudar a minha personalidade se essa é a sua perspectiva? Não senhor, não irei fazer isso”.

Ela está namorando com o músico e compositor americano Andrew Watt, 27 anos, que co-escreveu It Ain’t Me, música a qual Ora cantou no Coachella. A música foi inspirada por uma noite que o par teve no Bowery em Nova Iorque há dois anos. “Ele me ligou perguntando o porquê de eu ter dito isso e eu disse que é porque é a verdade!”. Ora faz alusão ao plano dos dois de trabalharem juntos na gravadora nova do namorado, “produzindo outras pessoas, dando a elas uma plataforma, dando apoio a outras incríveis e poderosas mulheres. Esse é o objetivo”.

Apesar de estar muito, muito cedo de falar sobre casamento e filhos, é bom se notar que Ora já congelou seus óvulos (e que ela tem um cachorro, um maltipoo chamado Cher, que é, o que eles dizem, o começo do matrimônio).

Por agora, nossa hora acabou e Ora tem que ir, primeiro para ver um apartamento, e depois para dormir e tentar melhorar dessa enxaqueca. E então tudo recomeça amanhã.

Publicado em 6 de maio de 2018 às 16:02
Categorizado em: Entrevista

Continua a agenda promocional de Rita Ora! Ela foi entrevistada no Live With Kelly and Ryan, aonde falou um pouco sobre sua vida pessoal e Mia Grey, sua personagem em “Cinquenta Tons de Liberdade”, mostrando um pequeno vídeo de uma das cenas do filme aonde ela aparece.

Assista abaixo:

A próxima parada de Rita na TV americana será no Seth Meyers, com uma nova performance musical.

Publicado em 1 de fevereiro de 2018 às 16:29
Categorizado em: Entrevista

Rita Ora concedeu uma entrevista exclusiva para a Us Weekly aonde falou sobre seu dueto com Liam Payne, o último filme de Cinquenta Tons e “Proud”. Leia a tradução exclusiva feita pelo Rita Ora Brasil.


A cantora de “Black Widow”, de 27 anos, cujo dueto “For You” com Payne, 24, está subindo no chart da Billboard, admite que por mais que ela não tivesse lançado música por algum tempo, a estrela não considera esse um momento de retorno. “Não sito que eu sumi ou tirei uma folga. Definitivamente me expandi para muitas coisas antes de lançar música, com programas de TV e coisas assim. Acho que esse é um grande momento porque eu estava super animada mas muito nervosa em poder lançar músicas novas”, Ora, que se separou da gravadora de Jay Z, Roc Nation, em 2016, nos explicou. “Houveram momentos aonde eu sentia dúvidas em se eu poderia algum dia poder lançar músicas das quais eu gostasse de verdade. Foram momentos obscuros em minha vida”.

A bela loira, que está animada em embarcar em sua próxima turnê, já esgotara, ainda esse ano, adiciona: “Foi amável ver os fãs ainda se mantendo do meu lado. E eu fiz novos fãs ao longo do caminho. Então eu mal posso esperar para sair e ver todos, cair na estrada e dormir num ônibus de turnê e performar como uma banda nova. Será muito divertido”.

Adicionado a toda essa diversão, a antiga apresentadora do America’s Next Top Model abriu foi como foi trabalhar com o ex-One Direction. “Pudemos gravar [“For You’] no mesmo estúdio, o que infelizmente não tem acontecido muito na era atual da música. Tudo é enviado via e-mail ou Dropbox, então é muito legal poder termos gravado juntos”, a ex-jurada do The X Factor disse do single incluso na trilha do próximo filme Cinquenta Tons de Liberdade que tem Ora como Mia Grey.

Sobre a história do filme, a estrela disse à Us: “É definitivamente um pouco mais assustador porque eu sou sequestrada e Dakota Johnson sai em uma missão pra me salvar”. Ela adiciona: “Eu fiquei muito triste gravando a última cena, mas foi feito tão bem, estou animada para que o filme seja lançado”.

Enquanto isso, Ora, que é uma refugiada do Kosovo (sua família foi forçada a fugir do país quando ela tinha apenas um ano para o Reino Unido), fez uma parceria com a Absolut para trabalhar no The Open Mic Project – “uma plataforma para amplificar e unir as vozes da nação para começar uma mudança necessária na conversação de hoje em dia”.

“Tenho uma incrível experiência em histórias de aceitação pessoal. Ser capaz de alcançar meu sonho, fazer meu trabalho dos sonhos e amar cada minuto disso, eu queria encontrar algum outro jeito de que meus fãs se identificassem”, o ícone da moda nos disse.

A compositora, que credita as histórias enviadas por fãs para ajudá-la a escrever “Proud”, adiciona: “[A parceria] foi definitivamente uma maneira incrível de me conectar com meus fãs. Foi um momento perfeito para mim poder dar a eles algo como outra plataforma para pessoas que talvez possam não tê-la”.

Publicado em 23 de janeiro de 2018 às 14:01
Categorizado em: Entrevista