Rita Ora está na capa da revista Marie Claire do UK no mês de Julho. Confira abaixo fotos do ensaio fotográfico e também partes da entrevista.

Rita Ora tem um plano. As capas de revistas, moda (Roberto Cavalli) e beleza (Rimmel London), linha de roupas com a Adidas Originals, campanha com a Coca-Cola, até mesmo apresentar uma canção nomeada ao Oscar na cerimônia são todas provas de que seu plano está funcionando. “Ah, está tudo saindo corretamente. Nos somos essas conviventes vadias famintas do Kosovo,” Ora diz de si mesma e de sua irmã, Elena Sahatçiu, que também é sua empresárias. “Eu sabia que de um jeito ou de outro eu iria fazer as coisas do meu jeito.”

Sobre bancar a diva durante a noite quando seus pais achavam que ela estava indo dormir: “Eu rasgava minhas camisetas e gostava de ser bem punk, eu tinha cabelo loiro, sobrancelhas bem escuras, batom vermelho, vários anéis falsos que faziam meus dedos ficarem verdes. Eu não era tão cheirosa, mas eu e meus amigos eram realmente, tipo, rebeldes. Eu sinto que viví muito quando eu não deveria ter vivido certas coisas.”

Sobre namoro: “Tenho muito medo de ficar sozinha. Não tenho medo de admitir isso sabe? Eu não tenho vergonha em admitir isso. Eu apenas espero que isso não seja um cíclo que nunca acaba. As vezes o amor faz você se sentir louca. E esse sentimento que nós temos enquanto garotas, mesmo por cinco segundos, é como crack, quero dizer, não compare dessa forma, mas você sabe o que estou dizendo, é como comer para acabar com os problemas.”

Sobre sua separação recente: “Tem um motivo pelo qual eu terminei com ele. E tem um motivo pelo qual eu estou neste ponto em minha vida aonde eu sinto que tenho tanta liberdade musical, e eu não tenho que me explicar para ninguém. Era mais sobre algo em que eu estava com temores. Eu estava neste ponto no meu relacionamento aonde eu sentia que ele não poderia fazer nada errado. Eu achava que eu tinha ele do meu lado e que ele nunca me faria mal algum. Mas então “I Will Never Let You Down” foi lançada, e tudo começou a ficar um pouco estranho. Eu não sei se era porque acabamos misturando negócios com a vida pessoal ou o que quer que seja”.

Sobre interpretar uma viciada em drogas que tenta seduzir um boxeador interpretado por Jake Gyllenhaal em Southpaw: “Eu cheguei no set, e a maquiadora me disse, ‘Você está pronta para subir no set.’ Eu fiquei tipo, “Você sabe que estou interpretando uma prostituta viciada em crack?’ O que mostra: Não olhe pra mim quando eu estou acordando.”

Sobre gravar três músicas com Prince: “Ele foi para Londres no ano passado e o empresário dele entrou em contato com a minha empresária e ele disse ‘Hey, Prince está na cidade’ e eu disse tipo ‘Prince? Tipo da família real? Não me importo com esses príncipes. Me importo mais com o Prince de verdade.’ e ele me disse ‘Sim, o Prince de verdade.’ e eu gritei ‘Ai meu Deus!’”

Sobre ter paciência: “Tenho tido muita paciência ultimamente. Haviam noites em que eu queria arrancar os cabelos, soltar minha música de graça na internet e mandar todo mundo se foder. Mas então vinha aquela consciência que dizia: ‘Não. Seja inteligente, seja estratégica, existem caminhos para fazer com que as coisas saiam do seu jeito.’ Se eu serei Rita Ora eu serei Rita Fucking Ora. Não é sobre quem está fazendo participação no meu álbum, ou quais os nomes envolvidos. É sobre um sólido corpo de trabalho que eu posso chamar de meu.”

A entrevista completa e as fotos vão estar na edição de julho da Marie Claire britânica que chega nas bancas em 23 de junho.

Ensaio fotográfico:

  

Bastidores:

Assim que sair as scans completas, postaremos em nossa galeria.