“Se você ainda não está na modinha da Rita Ora, o que está esperando?”, indagou a InStyle Magazine hoje ao divulgar uma entrevista inédita com Rita Ora, aonde ela fala sobre sua nova faixa, “Proud”, o novo álbum e muito mais. A tradução você confere abaixo, com exclusividade do Rita Ora Brasil.


A cantora de 27 anos está dominando os charts, e não se esqueçam que ela entende um pouquinho de moda também. Em Outubro ela lançou uma música que eu ainda não parei de ouvir, “Anywhere”, e em seguida lançou um dueto para a trilha sonora de Cinquenta Tons de Liberdade com o ex-One Direction, Liam Payne, intitulado “For You”.

Agora, Rita usa sua plataforma novamente para não apenas mais uma vez lançar uma música que irá entrar em suas playlists, mas também encorajar seus fãs com uma mensagem de positividade. “Proud”, lançada nesta sexta, é o resultado de uma colaboração com a Absolut através do The Open Mic Project, que encorajou fãs a compartilharem histórias de aceitação. Ouça a música abaixo:

Ora diz que ela gostaria de “dar a todos uma voz e usar a música para encorajar maior aceitação no mundo, independentemente de história, crença ou fronteiras”. Após ler centenas de histórias e se identificar com muitas (ela e sua família foram refugiados do Ukosovo no Reino Unido quando ela tinha apenas um ano de idade), ela concordou que a ideia de encontrar sua própria tribo é sobre o que é essa nova música se trata.

“Houve um tipo incrível de similaridade entre todas elas, que foi a necessidade de se libertar de seu habitat ou aonde eles cresceram. Tem muito a ver com o ambiente no qual eles se influenciaram”, ela disse. “A comunidade LGBTQ foi muito apoiadora com esse projeto, e eles definitivamente abriram seus corações e contaram suas histórias, o que me deixa muito grata”.

Para a estrela, tentar se sentir confortável quando ela está viajando é o que inspirou a vibe da música. “A parte mais difícil é que você nunca está em um lugar só. Isso é um saco em algumas partes e você fica com saudades de casa”, ela diz, explicando que qualquer um pode se identificar com o sentimento de se sentir vazio. “Foi muito encorajador ter um projeto para trabalhar que me fizesse sentir que não estou sozinha”.

Ora, que irá lançar um álbum mundialmente este ano e estará em turnê na Europa em Maio, também deu uma dica do que esperar musicalmente dela. “Esse é definitivamente o tipo mais emocional e pessoal jeito de ficar por dentro da Rita Ora como pessoa de tudo o que eu já fiz. Tive que lutar muito para chegar nesta posição que estou hoje e eu acho que este álbum realmente irá explicar os problemas meus quando estive crescendo e ter apenas a música como uma máquina de apoio”, ela diz. “Definitivamente abracei o fato de que fui libertada e posso lançar a música que eu quero lançar”.

Ela adiciona que se considera primeiramente e principalmente uma entertainer, e quer que seus fãs saibam o quão dedicada ela é com seu trabalho. “Eu trabalho pra c*ralho todos os dias e definitivamente amo meu trabalho. Amo entreter as pessoas e eu me vejo como uma entertainer”, ela diz. “Isso é tudo o que eu quero fazer, aproveitar o tempo e atenção das pessoas e fazê-las felizes”.

Música de lado, Ora também falou sobre as estrelas de Hollywood que se uniram para fazer o protesto Time’s Up sobre assédio sexual e o quão ela apoia a iniciativa. Após o discurso de Oprah no Globo de Ouro deste ano, ela compartilhou em seu instagram uma foto aonde elogia a poderosa apresentadora.

“Foi algo muito poderoso. Acho que essa união é as vezes subestimada, mas quando você tem um número incontestável de pessoas fazendo a mesma coisa, você não pode negar o óbvio, que é a união”, ela diz. “É tão inspirador e incrível ver todos deixando tudo de lado e fazer isso ser apenas sobre o que realmente se trata, que é a vida real, os sentimentos reais das pessoas e o que as pessoas reais tem passado”.

Ela diz que o movimento não é exclusivo para Hollywood. “Acho que quanto mais, melhor… Isso acontece em todos os aspectos de trabalho, não apenas atrizes. Acontecem em escritórios e casas. Devemos trazer consciência”.